quinta-feira, 12 de novembro de 2009

ROSAS

Rosas!
Muitas rosas!
Rosas vermelhas, rosas brancas, rosas amarelas, rosas matizadas, enfim milhares de rosas!
Rosas abertas, rosas em botão, ansiosas por florescer.
Um jardim maravilhoso repleto de canteiros de rosas!
Um portento da Criação!
No meio do jardim uma rosa especial; grande, de um vermelho rutilante!
Essa rosa, bem na ponta do seu galho, sobressaindo-se das demais, balança suavemente ao sopro da refrescante brisa matinal.
Um perfume inebriante exala dessa e das demais rosas desse imenso jardim.
Gotas de orvalho pendem de suas pétalas, transformando-se em brilhantes refulgentes à luz do sol da nova aurora.
Que maravilha!
No suave embalo dessa rosa observa-se uma segunda rosa, igual, porém não material; como se fosse um reflexo dessa rosa.
Um fenômeno interessante, porque não é propriamente um reflexo; mais parece uma matriz, numa outra dimensão, da qual se nutre a rosa material.
E, algo mais interessante ainda acontece: uma criaturinha de aproximadamente quinze centímetros de altura parece cuidar dessa rosa!
Essa criaturinha tem aspecto feminino, de uma beleza indescritível!
Suas vestes são suaves, translúcidas, esvoaçantes, de uma leveza ímpar; cabelos longos, ondulados, dourados, enfeitados de flores!
Uma fadinha das flores!
Ondas efusivas de alegria e gratidão brotam do seu íntimo!
Sua razão de ser, parece ser a de trabalhar nesse jardim; seu alimento é vibrar de amor.
Vibrações de amor e gratidão ao seu Criador!
Um presente de amor!

Silvano Darcizo Hackenhaar

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